O que é?

Bomba de insulina, Bomba de Infusão em Insulina ou mesmo Sistema de Infusão Contínua de Insulina, todos se referem ao mesmo aparelho. Semelhante a um bip, o equipamento é do tamanho de um cartão de crédito, tem cerca de 3 centímetros de espessura, não pesa mais do que 100 gramas e está ligado ao corpo por um cateter (fio de plástico) nada doloroso que, em sua extremidade, tem uma agulha flexível.

No Brasil o sistema é cada vez mais utilizado, principalmente por pessoas com diabetes tipo 1, crianças pequenas e adolescentes, adultos jovens e mulheres grávidas com diabetes. Ela permite flexibilidade nos horários de alimentação e nas atividades do dia a dia, resultando em melhor controle do diabetes e diminuição dos episódios de hipoglicemia.

A bomba de insulina ou sistema de infusão contínua de insulina, pode ter controle remoto ou não, ser a prova d’água, colorida ou preta. Funciona injetando continuadamente insulina no subcutâneo, conforme programação feita pelo médico. Sua principal função é:

Garantir um controle mais eficiente da glicemia e o fim das aplicações de insulina com canetas ou seringas.

A bomba de insulina é um aparelho quase do tamanho de um celular, que armazena e “injeta” pequenas quantidades de insulina, de maneira contínua, para dentro do organismo. Ela se divide em 2 partes: bomba e sistema de infusão.

Atenção: A bomba de insulina é uma tecnologia dependente da dedicação do paciente.

Quem pode usar?

Diante das vantagens oferecidas às pessoas com diabetes, dificilmente há uma pessoa com diabetes que não tenha interesse em testar o método. No entanto, é preciso esclarecer que a bomba não é uma solução para todos os casos de diabetes. As indicações são, principalmente, para os adolescentes e adultos com diabetes tipo 1, ou seja, insulinodependentes. “Tanto o paciente descompensado, quanto a grávida com diabetes podem usar a bomba de insulina.

Na verdade, uma das grandes indicações do tratamento com bomba de infusão de insulina é na gestante com diabetes, porque nessas pacientes o controle glicêmico fica muito facilitado”, explica o Dr. Minicucci.

As crianças também têm indicação. Segundo o site ChildrenwithDiabetes.com, estudos demonstram que a bomba de insulina trabalha muito bem em crianças em idade pré-escolar ou que estão aprendendo a andar.Esse método também enfrenta suas contra-indicações.

Pessoas que têm aversão às agulhas; que não desejem fazer pontas de dedo várias vezes ao dia; que não tenham interesse em inserir a contagem de carboidratos em seu planejamento alimentar; ou que não têm a menor habilidade em manusear botões devem recorrer ao médico e, juntos, estudar outra alternativa.

Adultos

Adolescentes

Grávidas

Crianças em idade
pré-escolares

Como funciona?

A utilização da Bomba de Insulina não é complicada. Ao contrário do que muitos pensam crianças e idosos não encontram dificuldades em utilizar o aparelho.

A bomba de insulina fica conectada externamente através de um tubo fino que injeta insulina continuadamente.Cintos (de perna inclusive), pochetes, bolsas e clips estão entre os acessórios mais usados pelas pessoas com bomba de insulina. É possível ainda, carregar nos próprios bolsos de suas calças e bermudas, adaptadas.

Modelos disponíveis no mercado

As bombas existentes atualmente para aquisição no mercado nacional são: MINIMED® 640G,ACCU-CHEK Combo® . Estas são as mais modernas do mercado e atendem às necessidades da terapêutica intensiva com o uso de bomba de infusão de insulina desde que seus recursos sejam adequadamente utilizados.

Existem algumas diferenças entre cada uma delas, embora ambas sejam de ótima qualidade e usadas em todo o mundo desenvolvido. Outros modelos ainda em uso porém não sendo mais vendidos, são: ACCU-CHECK Spirit, MINIMED 722 e VEO. As bombas de insulina mais modernas como 722, VEO e 640G, podem ser usadas associadas a um sensor de glicose fornecido pelo mesmo fabricante. Tanto a VEO como a 640G, emitem alertas de hipoglicemia e também desligam a bomba automaticamente, quando necessário.

Bomba de Insulina

O especialista

DR. WALTER MINICUCCI

– Especialista em Endocrinologia pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
– Mestre em Medicina pela UNICAMP
– Doutorando de Clinica Medica da Faculdade de Medicina da Unicamp
– Editor chefe da revista da Sociedade Brasileira de Diabetes (2007)
– Membro titular da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM)
– Membro da Associação Brasileira de Estudos sobre Obesidade (ABESO)
– Membro da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD)
– Vice-presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes (2006-2007) e 2010-2011
– Presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes (2014-2015)
– Áreas de atuação: Diabetes tipo 1, Diabetes tipo 2, Obesidade, Distúrbios de crescimento, Doenças da Glândula Tireóide, Investigação de Hipoglicemia

Contato

(19) 3295 - 0392
(19) 3295 -2088

drwjminicucci@gmail.com

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